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Mudas de acerola

mudas de acerola

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Malpighiales
Família: Malpighiaceae
Género: Malpighia Espécie: M. glabra


O fruto nasce na aceroleira que é um arbusto de até 3 m de altura, seu tronco se ramifica desde a base, e sua copa é bastante densa com pequenas folhas verde-escuras e brilhantes. Suas flores, de cor rósea-esbranquiçada, são dispostas em cachos, têm floração durante todo o ano, e após três ou quatro semanas se dá sua frutificação. Por ser uma planta muito rústica e resistente, ela se espalhou facilmente por várias áreas tropicais, sub-tropicais e até semi-áridas.


Malpighia glabra L.


A acerola ou cereja-das-antilhas pertence à família Malpighiaceae. Originária das Antilhas, América Central e América do Sul é uma planta rústica, desenvolvendo-se bem em clima tropical e subtropical.


A altura da planta varia de 2 a 3m (com ramos densos, espalhados). A acerola é muito rica em vitamina C, chegando a ter de 1 a 2g de ácido ascórbico por 100g de suco. Os frutos conservam-se por apenas 3 dias após a colheita, daí a dificuldade na sua comercialização ao natural. A acerola pode ser utilizada na forma de refresco, sorvete, balas, cápsulas de vitamina C pura, creme gelado, compota, néctar e conserva.


Cultivares: a própria espécie botânica.


Clima e solo: a temperatura ideal está entre 25 e 27ºC, a planta resiste a geadas leves. Necessita precipitação entre 1.200 e 1.800mm bem distribuídos. É pouco exigente quanto ao tipo de solo, mas prefere os bem drenados e não infestados por nematóides.


Práticas de conservação do solo: plantar em nível.


Propagação: a estaquia é a multiplicação recomendada. Utilizar estacas semilenhosas com 2 pares de folhas, 15 a 20cm de comprimento, enterrando 1/3 em terra misturada com areia. Após 60 dias, transplantar para sacos plásticos. Levar ao campo com 8 meses. Não se recomenda a multiplicação por sementes pela desuniformidade nas plantas descendentes.


Plantio: pode ser realizado durante o ano todo, mas deve-se dar preferência ao início da estação chuvosa. As mudas devem ter 30cm de altura.


Espaçamento: 4 x 4m ou 4 x 5m.


Mudas necessárias: 500 a 600/ha.


Covas: 40 x 40 x 40cm preparadas no mínimo um mês antes do plantio.


Calagem e adubação: durante o preparo do solo deverá ser feita uma calagem em toda a área para elevar a saturação por base a 70%, usando calcário dolomítico. Para a cultura já formada proceder do mesmo modo, com a aplicação do calcário sob a projeção da copa da planta.


Adubação de plantio: no preparo das covas colocar 20 litros de esterco de curral ou 5 litros de esterco de galinha, mais 200g de P2O5 e 3g de Zn, misturados com a terra da superfície, 20 dias antes do plantio.


Adubação de formação: no primeiro e segundo anos, adubação nitrogenada em cobertura na dose de 60 e 120g de N por planta, e de acordo com a análise de solo, 0 a 120 g/cova de P2O5 e 40 a 160 g/cova de K2O, em três aplicações anuais (no início, meado e fim da época das chuvas). No terceiro ano, aplicar 180 g/cova de N, e de acordo com a análise de solo, 90 a 180 g/cova de P2O5 e 120 a 240 g/cova de K2O.

Adubação de produção: no período de frutificação (setembro a março) 40 a 140 kg/ha de N, de acordo com a meta de produtividade (de 15 a 40 t/ha), e com base nos teores de P e K, 20 a 140 kg/ha de P2O5 e 40 a 260 kg/ha de K2O por ano, em três aplicações: Pulverizar anualmente na primavera e no verão, com solução contendo por litro: 5g de uréia, 3g de sulfato de zinco e 1g de ácido bórico.

Controle de pragas e doenças: pouco afetada por pragas e doenças, mas muito sensível a nematóides. Controle cultural: evitar solos infestados e, principalmente, adquirir mudas sadias.

Outros tratos culturais: capinas manuais na projeção da copa da planta. Retirar ramos em excesso para arejar a parte interna da copa. O tutoramento das plantas pode ser necessário até 3 a 4 anos.


Colheita: de setembro a março; colheita manual diária ou em dias alternados.


Produção normal: planta adulta: 10 a 20t/hectare/ano.


Comercialização: principalmente na forma de polpa congelada e sucos; devido ao curto período de conservação dos frutos in natura, são comercializados em bandejas de isopor e plástico, em pequena escala.

Fonte: Boletim, IAC, 200, 1998.