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    Viveiro de Mudas Floresta
    Arvores de Tangerina, arvores frutíferas e mudas nativas, temos mudas de vários tamanhos em lata ou vaso plástico. Lembrado também que temos outra grande variedade de palmeiras: Palmeira Imperial, Palmeira Fênix, Palmeira Jerivá, Palmeira Triangular, Palmeira Areca Bambu, Palmeira Real, Palmeira Leque

Floresta Mudas

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Mudas de Tangerina
Arvores de Tangerina

 

mudas de tangerina

Aspectos Gerais

Árvore de porte médio, copa arredondada ou mais ou menos piramidal, com folhas aparentemente simples, coriáceas, de coloração verde, com glândulas de óleo essencial na forma de pontos translúcidos, variando um pouco na forma e em tamanho. As flores são normalmente solitárias, com cinco pétalas brancas, numerosos estames e um pistilo.

Variedade ou cultivares

As espécies mais cultivadas são: mexerica, Ponkan, Dancy, Cravo, Montenegrina. Murcott: híbridos de tangerina e laranja.

Origem

As frutas cítricas em geral são originárias da Ásia, provavelmente da Índia, China e países vizinhos de clima sub-tropical e tropical úmido. Cultivadas nos pomares da Babilônia e da Palestina, entre outros locais do Oriente Médio, foram daí levadas para a Europa bem antes do desenvolvimento da América, e trazidas para o Brasil pêlos portugueses.

Propagação

Por enxertia: o enxerto com as copas escolhidas se faz seis a oito meses depois do transplante dos cavalos. Os tipos de enxertia mais usados são: T normal ou T invertido, a 10 ou 15 cm do solo. As borbulhas deverão ser triangulares ou redondas. A amarração, com fita plástica, deverá ser cortada quinze a vinte dias depois da enxertia. Como principais porta-enxerto são indicados, o limão "Cravo", as tangerinas "Cleopatra" e "Sunki".

Plantio

As mudas são plantadas sempre no início do período chuvoso de cada região ou quando exista água suficiente para irrigar ou regar as mudas. Deve-se dar preferência aos dias nublados e de temperaturas mais amenas, sem ventos.

O espaçamento recomendado é de 6 m x 4 m x 5 m x 4 m. As covas devem ter dimensões de 60 cm x 60 cm.

A correção da acidez do solo (calagem) e adubação devem ser feitas com base em análises de solo efetuadas por laboratórios competentes, que emitirão as devidas orientações.

Procede-se ao plantio dispondo-se a muda de modo que seu colo fique um pouco acima do nível do solo (mais ou menos 5 cm). Faz-se, em seguida, uma bacia em torno da muda e rega-se, e finalmente cobre-se com palha ou capim-seco. Deve-se tutorar a muda se houver ventos fortes.

As podas são práticas imprescindíveis na cultura do citros. A poda lateral é conveniente em caso de superpopulação, quando os espaçamentos adotados tornam-se insuficientes para as plantas, que se tocam, sombreando abordo da árvore e impedindo a frutificação em maior área.

A capina dos pomares pode ser manual, mecânica ou química, desde se que tenha cuidado para não danificar o sistema radicular das plantas.

Pragas e doenças

Broca do tronco e ramos, ácaros, nematóides, cochonilhas, mosca das frutas. Doenças: Tristeza, sorose, exocorte e xiloporose (são as mais comuns) outros importantes são: estiolamento, verrugose, cancro cítrico, podridão-parda, podridão-das-raízes, antracnose, leprose, declínio e clorose-variegada-dos-citris.

Informações para o controle de pragas e doenças podem ser adquiridas na EMBRAPA (CNPMF)- Cruz das Almas, ou no escritório da SEAGRI- Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola/EBDA mais próxima da sua propriedade.

Colheita

Consiste na prática mais onerosa do pomar e é a que maiores cuidados exige. Os sistemas de colheita dependem do método de comercialização, variando de uma região para outra. Contudo, predomina na Bahia a colheita efetuada pelo produtor, para posterior venda da fruta a intermediários ou à indústria de suco. Devem ser armazenados a 7,2ºC, sob umidade relativa de 85-90%, resistindo ao transporte e armazenagem durante 1 a 8 semanas.

Fonte: www.seagri.ba.gov.br