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    Arvores de Ipe Branco, arvores frutíferas e mudas nativas, temos mudas de vários tamanhos em lata ou vaso plástico. Lembrado também que temos outra grande variedade de palmeiras: Palmeira Imperial, Palmeira Fênix, Palmeira Jerivá, Palmeira Triangular, Palmeira Areca Bambu, Palmeira Real, Palmeira Leque

Floresta Mudas

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Mudas Nativas Ipe Branco
Arvores de Ipe Branco

Mudas nativas ipe branco

Nome: Ipê branco
N. Científico: Tabebuia roseo alba
Família: Bignoniaceae
Nomes populares: Ipê branco
Altura média: 7-16 metros
Folhas: Compostas digitadas, 3 foliolos de 12 cm.
Flores: Brancas em cacho, muito vistosas.
Fruto: Vagem de 18 cm, verde e lisa.
Sementes: Aladas, pequenas (3 cm).


É talvez a espécie de Ipê mais vistosa quando em flor.Sua floração é muito breve, apenas dois dias por ano, às vezes se repetindo após um mês.

Nem todo ano os ipês brancos florescem com exuberância, pelo menos nesta região (leste de MG). Muitas vezes apresentam floração discreta e quase nenhum fruto.


Dados da Espécie

Especificações Gerais
Familia: Bignoniaceae
Nome Científico: Tabebuia cassinoides (Lam.)A. P. de Condolle
Nomes Comuns: caixeta, caixeta branca, caixeta falsa, caixeta vermelha, caixeta do litoral, corticeira, ipê branco, ipê caxeta, malacaxeta, pau caixeta, pau caxeta, pau paraíba, pau viola, pau darco branco, pau de tamanco, pau de viola, pelada, peroba dÓgua, tabebuia, tabebuia do brejo, tabeuia, tabibuia, tagibebuia, tagibibuia, tagibubuia, taiavevuia, taiavovuia, tamancão, tamanqueira, tamanqueiro
Crescimento: árvore
Grupo Ecológico: pioneira
Ocorrência: floresta ombrófila densa , restinga
Distribuição Geográfica: BA ES PE PR RJ SC SP
Dispersão: anemocoria
Polinização: melitofilia
Floração: SET OUT NOV DEZ JAN FEV
Frutificação: OUT NOV DEZ JAN FEV MAR

Utilização
Utilizada para: Construção
Melífera
Madeira Nobre

Dados do Caule
Tipo de Estrutura: raízes aéreas
Densidade da Madeira: 0,37
Observações: A madeira é usada principalmente para fabricar lápis, substituindo o cedro americano. Também utiliza-se a madeira para trabalhos em artesanato manual, sendo fácil de ser entalhada e esculpida.

Dados da Flor
Tamanho da Flor: 0
Cor: branca
Estrutura: címula
Tipo: Inflorescencia
Observações: As flores apresentam estrias roxas e são perfumadas. A corola tem 6 a 9 cm de comprimento, o cálice liso com 1a 2 cm de comprimento, reunidas em címulas trifloras agregadas nas pontas dos rácemos.

Dados da Folha
Tipo: Simples
Forma da Folha: lanceolada
Tamanho da Folha: 4 x 10
Inserção: oposta
Consistência: coriácea
Contem: Nervação
Pilosidade
Observações: O ápice é obtuso e a base aguda. É uma das poucas espécies do gênero com folhas simples.

Dados do Fruto
Tipo do Fruto: síliqua
Estrutura: Seco
Cor do Fruto: castanho
Tamanho: 20
Deiscencia: sim
Periodicidade: anual
Observações: O fruto é uma síliqua estriada, subquadrangular linear, coriácea. Apresenta muitas sementes.

Dados sobre Pragas e Doenças
Descrição da Doença: Os brotos da caixeta são altamente susceptíveis ao ataque de insetos e fungos.

Dados das Sementes
Forma da Semente: asa
Tamanho: 0,7
Observações: A semente é bialada, com até 3 cm de largura, delgada, com asas membranáceas, largamente côncavo convexas, com venação castanha.

Técnicas em Viveiro
Beneficiamento: A deiscência dos frutos ocorre de um dia para outro, liberando sementes aladas, disseminadas pelo vento. As sementes de frutos coletados ainda fechados e verdes apresentam germinação entre 85 e 95 %.
Sementes por Kilo: 40000
Dormência: não
Quebra Natural: 0 meses
Quebra Câmara: 0 meses
Umidade: 0 %
Germinação: 75 % após 20 dias
Propagação: estaquia
Condução: pleno sol
Formação: a 30 cm em 6 meses
Tolerância: sim, 5 semanas após a germinação
Plantio: O comportamento da caixeta em plantios é pouco conhecido. Em Ilha Solteira - SP ela apresentou , um ano após plantio, em espaçamento 3 x 3 m altura média de 2,01 m , com alturas variando de 0,90 a 4,0 m. Reflorestamentos utilizando-se plantas oriundas de regeneração natural não foram bem sucedidos.
Conservação: Medianamente ameaçada.

Bibliografia
CARVALHO, P.E.R. Espécies florestais brasileiras. Recomendações Silviculturais, potencialidades e uso da madeira. EMBRAPA-CNPF. Brasília. 1994. 640p.

JANKOWSKY, I.P. Madeiras Brasileiras. Caxias do Sul, SPECTRUM, 1990, V.1.

ENGEL, V.L.; MORAIS, A.L. & POGGIANI, F. Guia de localização e reconhecimento das principais espécies arbóreas do Parque da Esalq. Relatório de Pesquisa. FEALQ. 1984.

LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de Identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa. Ed. Plantarum. 1992. 352p.

BARROSO, M.G. Sistemática de Angiospermas do Brasil. EDUSP. V.1, V.2, V3.




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